Mostrar mensagens com a etiqueta Sociedade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sociedade. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Gripe do medo


O mundo está doente. Mas apenas mentalmente claro!
Vou deixar aqui o que penso sobre o flagelo da saúde, a tão temida Gripe A H1N1. Ora, já faleceram algumas pessoas, cerca de 700. As notícias enchem a cabeça do espectador ingénuo. Verifico cartazes em locais públicos sobre cuidados a ter com a higiene e com terceiros para precaver uma possível infecção. No entanto, desacredito bastante a situação. Como posso acreditar em algo que pode ser muita coisa? Passo a explicar o meu ponto de vista. Este surto, tão diabolicamente temido, tão nefasto e negativo não poderá ser por exemplo uma estratégia global de lavagem mental? Ora vejamos. A lucrar com a situação, estariam as instituições de saúde, organismos governamentais, os mass-media, e esta ou outra farmacêutica. Quem não me garante aliás, de que não foi uma empresa que produz fármacos a produzir e libertar propositadamente a estirpe para poder fabricar o medicamento e vendê-lo por todo o mundo? A indústria farmacêutica envolve, canaliza, contabiliza e move somas monetárias que só existem no sonho de alguns, mas no bolso de ninguém. Entre outras hipóteses…
Entretanto, o povo vive assustado. Qualquer espirro pode significar o fim da sua frágil existência. Jantamos a ver o noticiário (hipoteticamente pois eu não vejo televisão de todo), e somos bombardeados com números, dados científicos, óbitos, e toda a informação possível sobre o assunto. As pessoas falam sobre isso, ocupam tempo a pensar no mesmo, desviando-se do verdadeiro propósito das suas vidas, seja ele qual for. E quando acabar, independentemente do final (quer morra toda a gente, ou mesmo até ser controlada a situação, ou qualquer outra), outra notícia surgirá, para ocupar a mente das pessoas. Enfrentamos uma gripe sim mas apenas na nossa mente, aliás, somos sujeitos de teste, ratos de laboratório para indivíduos, que estudam a nossa mente e a forma como a usamos. O desejado neste projecto é fazer com que não a usemos. E que sejamos vegetais em frente ao televisor. A cura para esta gripe: Percepção. Não podemos ser ignorantes ao ponto de não sabermos o que é algo que nos pode afectar (pois ninguém é imune), mas temos que saber diferenciar e orientar o nosso comportamento para o nosso bem-estar. E o meu bem-estar dispensa medo (a ferramenta mais usada para controlar massas). O medo consome as pessoas, é um inimigo interior de cada um. Ser desprovido do mesmo é impossível, no entanto podemos encará-lo. E o medo deixa de ser medonho.

FLiP

Survival of the fittest


Apenas os mais fortes sobrevivem. E não estou a falar da Teoria da Evolução das Espécies, Selecção Natural ou Inteligent Design. Elaborando…
Nascemos supostamente livres num mundo de discriminação, estereótipo, desigualdade, mentira e engano. Somos utilizados como peões, desassociados da nossa humanidade, vistos apenas como um objecto ou mesmo pela representação de alguns números (no trabalho por exemplo, que somos o número que produzimos).
No entanto há mais para ver e fazer nisto a que chamamos vida. Às vezes penso que na realidade isto não é propriamente vida mas sim morte, morremos lentamente sem verdadeiramente fazermos o que nos fará feliz, aquilo que nos dará realização pessoal.
Para vingar numa sociedade motivada pela luta diária por tudo (pois não chega para todos), seja ela a luta por um lugar melhor no metro, ou por ficar uma posição à frente numa fila, corremos, empurramos as outras pessoas para satisfazer o nosso ego. E que ego enorme temos nós. Aliás, o ego será, sem dúvida, um dos maiores problemas da humanidade. O facto de muita gente apenas olhar para o próprio umbigo e nem se aperceber é preocupante pois atinge níveis monstruosos nas pessoas.
Falando a verdade, para conseguirmos sobreviver, ou mesmo apenas manter a nossa sanidade mental, há que ter muita força psicológica, e muita força de viver. Todos os dias somos confrontados com situações que testam os nossos limites de compreensão. Há que saber pôr essas situações de lado e viver apenas o momento. Ora estamos aqui, a seguir estamos ali. É uma questão de não desistir, mesmo quando já o fizemos. É uma questão de sobrevivência dos mais fortes, mas não como no reino animal, em termos físicos, mas sim, em termos mentais. Suportar e aprender com todas as experiências de vida, que o nosso percurso por cá é longo e único e tentar fazê-lo da melhor forma possível. Aviso que é muito mais fácil dizer (ou neste caso escrever) do que fazer. E, como se costuma dizer… “Siga pa bingo!”

FLiP!